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Fazer um intercâmbio no exterior já deixou de ser um sonho distante de muitos brasileiros. Mas quando o assunto é a escolha do destino, Canadá e Estados Unidos são os preferidos da maioria dos estudantes. Poucos chegam a considerar o Japão como opção.

Intercâmbio? Responda a estas três perguntas primeiro

 

Está planejando tirar do papel o sonho do intercâmbio? Em geral, a dúvida mais frequente é: “Para onde eu vou?”. Mais difícil que responder a essa pergunta, porém, é saber exatamente qual programa se encaixa melhor ao seu momento – considerando tanto suas necessidades e expectativas quanto seu desempenho acadêmico, idiomas e condição financeira. Com tantas opções de programas de estudo e trabalho, vale a pena gastar um tempo da preparação avaliando as alternativas disponíveis.

“A primeira decisão é saber o que quer”, sugere Thaïs Burnmeister, consultora de educação internacional. Se o objetivo do intercâmbio ainda não estiver claro, cabe começar por fazer uma auto avaliação sincera:  “Tudo depende da disponibilidade do aluno. O que ele está buscando? Qual é sua situação financeira? Qual o seu nível de inglês? E seu desempenho acadêmico?”. Para Taïs, essas são as primeiras e mais importantes questões a se fazer.

A partir destas decisões, munir-se de informação é o segundo passo. Assim, é preciso pesquisar e entender:

 

1) quais são os tipos de programa e

2) quais destinos se encaixam melhor às suas expectativas.

 

Um bom começo para quem já está cursando universidade no país é tentar se informar de convênios e parcerias firmados entre a própria faculdade com outras no exterior. “Convênios são boas opções para aproveitar os créditos e diminuir o tempo de curso”.

Caso não existam convênios, ou o estudante não tiver sido aprovado para as vagas disponíveis, é possível “tentar por fora” – por meio de agências de intercâmbio ou entrando em contato diretamente com as universidades desejadas. Nos sites de cada instituição é possível conferir as opções de programas para alunos estrangeiros e as instruções para se inscrever.

Para Thaïs, os sites das universidades geralmente são muito densos, apesar de serem user friendly. Olhando com atenção, porém, eles são uma fonte rica de informação: não apenas informam o que cada lugar tem a oferecer, como dão as orientações necessárias para se candidatar. A partir daí, é mais fácil saber se a universidade oferece o tipo de programa mais conveniente ao aluno, considerando a duração, valores, opções de bolsas, atividades e enfoques acadêmicos. Também é possível saber se o candidato tem as notas necessárias para participar do processo seletivo.

 

Pergunta 1

Qual é o meu desempenho acadêmico?

 

Quanto melhor o histórico escolar, maiores as chances de o candidato ser aceito pela universidade que almeja e maior o leque de opções que terá – independentemente de estar se candidatando pela universidade ou “por fora”. “É muito importante ter um bom desempenho, para ser mais competitivo”, argumenta a consultora.

Para quem não tiver um histórico impecável, porém, há duas opções: destinos menos concorridos, como universidades da Ásia e América Latina – que estão crescendo em qualidade e representatividade, bem como se internacionalizando e oferecendo cursos em inglês; ou os chamados “cursos de extensão” e “summer programs”, que, em geral, possuem um número de vagas maior.

 

Pergunta 2

Quanto tenho para investir?

 

Com um bom desempenho acadêmico, é possível se candidatar às diversas bolsas disponíveis – oferecidas tanto pelas próprias instituições como por governos e fundações. Para quem não é elegível às bolsas, há também alternativas que não dependem de investimentos tão altos, como cursos de curta duração, que duram de um a três meses. Geralmente voltados à prática do idioma local ou desenvolvimento de alguma habilidade complementar, são uma boa opção para quem ainda precisa adquirir fluência. Um estudante de engenharia que se interesse por gestão, por exemplo, pode decidir fazer um curso técnico em administração pelo período de 3 ou 6 meses.

 

Pergunta 3

O meu “destino dos sonhos” faz sentido pra mim?

 

“Em geral, eu não falo vá para esse ou aquele lugar”, responde de pronto Taïs, para aqueles que esperam uma solução fácil para as dúvidas mais difíceis. Para ela, mais importante é avaliar se determinada universidade pode oferecer aquilo que o estudante busca, sem levar em conta sua posição geográfica. Algumas universidades dão mais vazão à criatividade, por exemplo, enquanto outras priorizam programas de estágio. Há de se considerar ainda as opções de atividades extracurriculares que cada uma oferece, como esportes, trabalho voluntário e eventos. Tudo depende do interesse de cada um.

Além disso, é importante ser realista com relação a alguns critérios limitantes. Se o estudante tem interesse em conhecer a Alemanha, por exemplo, mas o curso escolhido exige um nível de fluência que ele não possui, a opção pode ser eliminada do “cardápio” – pelo menos no curto prazo. Outra instituição no mesmo país pode aceitar alunos que sejam fluentes em inglês, tornando essa alternativa muito mais viável.

Outra dica valiosa é fazer a boa e velha lista de prós e contras. “Eu sugiro ao aluno se organizar, fazer uma planilha com todas as suas opções, incluindo as datas de exames, requisitos para inscrição, etc”. Assim, fica mais simples visualizar quais são suas prioridades e não perder nenhum prazo, finaliza ela.

 

Conheça programas de bolsa que apoiam estudantes brasileiros no high school ( 2o grau / colegial),

no college (na graduação / faculdade, curso universitário ) e na pós graduação, no exterior.

 

A experiência no exterior pode não parecer das mais baratas, a princípio. Com os gastos com vistos, passagens, hospedagem e cursos, então, parece um desafio. Afinal, como é possível baratear os custos, ou, em outras palavras, como fazer um intercâmbio grátis?

A resposta é simples: depende. Como qualquer processo de escolha, é necessário entender os motivos que estão por trás dessa decisão e, também, como tornar essa vivência mais “sua”. Na prática, isso significa achar o programa ideal para o seu momento pessoal, acadêmico e profissional.

 

É um processo longo, em que devem pesar fatores como os recursos disponíveis, o planejamento financeiro e em qual fase da vida você está.

Decidido isso, o próximo passo é tornar o intercâmbio mais acessível. E, para começo de conversa, o caminho certeiro é procurar as bolsas de estudo disponíveis.

Bolsas de estudo no exterior

 

São variadas e servem às mais diversas modalidades, do ensino médio à pós-graduação. Não é exagero dizer que há bolsas de estudo para qualquer período de estudo, sendo que elas podem cobrir os custos do programa (a tuition de uma universidade, por exemplo) ou incluir no pacote mesmo os gastos com visto.

Intercâmbio grátis no Ensino Médio

 

A vontade é fazer um intercâmbio grátis e melhorar o currículo com uma experiência no exterior logo no ensino médio? Para os alunos interessados no high school americano, por exemplo, há programas específicos, como o da ONG ANS. No caso desse projeto, é destino a jovens que não têm condições de fazer intercâmbio sem bolsas de estudo. A ANS cobre as despesas com emissão do visto, passagens áreas de ida e volta aos Estados Unidos, hospedagem e alimentação em casa de família, transporte para a escola, materiais didáticos e seguro saúde. Fora tudo isso, o estudante ainda tem uma ajuda de custo de US$ 120 mensais.

Já os United World Colleges (UWC) também oferecem oportunidades aos alunos de ensino médioque buscam uma experiência internacional. Nesses colégios internacionais, localizados em diversos países, a missão é promover a paz e a compreensão entre povos por meio da educação. Por isso, o UWC oferece bolsas integrais de estudo a jovens que estejam no primeiro ou segundo ano do ensino médio, e tenham entre 15 e 18 anos de idade.

Bolsas de estudo para graduação e pós

 

No nível superior, há mais caminhos para obter uma bolsa de estudos. O primeiro deles é recorrer às parcerias estabelecidas entre universidades brasileiras e as estrangeiras – ou, em outras palavras, os convênios. O outro é recorrer às bolsas oferecidas por organizações, empresas e governos.

Os programas ligados ao Banco Santander, por exemplo, concedem apoio financeiro para intercâmbios acadêmicos com duração menor (de algumas semanas a seis meses). Há aindabolsas para graduação completa, como acontece nas universidades estrangeiras que dão bolsas merit-based ou need-based. Para quem se dá bem com esportes, por exemplo, há ainda bolsas para atletas.

Já os processos seletivos disponíveis para quem deseja cursar a pós-graduação fora do Brasil são ainda mais numerosos. Entidades como a Fundação Carolina, por exemplo, apoiam alunos latino-americanos nas mais diferentes áreas e focam instituições de destino na Espanha. No caso da fundação espanhola, os benefícios variam de acordo com o curso escolhido e podem cobrir entre 50 e 100% do valor da anuidade. Além disso, a lista de benefícios conta com passagens aéreas, seguro saúde e auxílio para manutenção no país.

Governos como o americano também atraem interessados em pós-graduação para os cursos no exterior. O programa Fulbright, no caso dos Estados Unidos, é o mais conhecido. Há bolsas para graduação, mestrado, doutorado sanduíche e pós doutorado, além de visiting scholars (quando um pesquisador passa um período trabalhando em outra instituição de ensino). As bolsas de graduação, no entanto, só se aplicam a alunos que desejam estudar em community colleges, e as bolsas de mestrado são exclusivas para cursos de Cinema. O forte realmente do programa são as bolsas de doutorado sanduíche e pós doutorado que cobrem praticamente todas as áreas. A bolsa Fulbright já revelou diversos talentos ao redor do mundo: no total, 53 ex-bolsistas foram agraciados com o prêmio Nobel.

O governo britânico também tem tradição em termos de bolsas de estudo para brasileiros. Oprograma Chevening contempla candidatos de todas as áreas (humanas, exatas e biológicas) e apoia estudos em diversas instituições do Reino Unido. A bolsa cobre as passagens de ida e volta para o Reino Unido, anuidade de até £ 13.000 (caso este valor seja ultrapassado, o aluno deverá arcar com o valor remanescente) e gastos com despesas pessoais. Em geral, as bolsas são concedidas para programas de pós-graduação de um ano (mestrado ou MBA). Os interessados passam por um processo de seleção e devem seguir um passo a passo para garantir a bolsa.

Há ainda bolsas do governo holandês, que também oferecem vagas específicas para brasileiros,

e fundos que oferecem bolsas de estudo para qualquer mestrado.  

 

Países para estudar de graça (ou quase)

 

Em matéria de intercâmbio grátis, muitos países já deram o primeiro passo. Em outras palavras, há diversos países que não cobram anuidade (a tuition, em inglês), ou que optam por um valor simbólico para manutenção do estudante. As bolsas, entretanto, são bastante competitivas e por vezes demandam que o estudante atenda a uma série de pré-requisitos.

Universidade de graça na Alemanha

 

Além de oferecer mais de 800 programas de pós-graduação ministrados em inglês, as universidades da Alemanha não cobram nenhuma anuidade de estudantes de graduação, e alunos de mestrado devem pagar apenas um valor simbólico, que varia de estado para estado. Nesta página é possível encontrar informações atualizadas sobre os valores cobrados nas diferentes províncias.

Doutorados e PhDs na Alemanha também são, a princípio, de graça. Dependendo da instituição, pode haver a cobrança de uma contribuição semestral de 150 a 200 euros. Em todo caso, não é raro que estudantes de doutorado trabalhem em um projeto de pesquisa (em que são remunerados pelo seu estudo) ou recebem bolsas de estudo.

Para finalizar, a Alemanha não é um país caro para se viver. Em geral, estudantes alemães gastam entre 500 e 700 euros por mês com acomodação, transporte, alimentação e despesas gerais.

Confira aqui uma lista com as principais instituições de ensino do país e aqui relatos de estudantes brasileiros na Alemanha.

Universidade (quase) de graça na França

 

A França possui mais de 80 cursos de graduação em inglês, mas a maioria é oferecida por universidades particulares, com valores que podem chegar a 12 mil euros. Quem está disposto a falar francês, porém, pode se beneficiar do ensino de qualidade e barato das universités e écoles. As primeiras oferecem graduações e mestrados por valores que variam entre 200 e 400 euros anuais; as segundas, que oferecem formações mais específicas como engenharia e arquitetura, cobram cerca de 600 euros anuais.

Segundo o governo francês, o universitário precisa de 430 euros por mês para se manter enquanto estuda no país. Alunos internacionais podem trabalhar até 964 horas ao ano na França, o que corresponde a 60% da carga horária de uma pessoa com emprego em tempo integral.

 

Competições e Concursos

 

Diversas organizações – de instituições internacionais a agências de intercâmbio – promovem concursos online que têm como prêmio algum intercâmbio. A ONU, por exemplo, todos os anos realiza o concurso de redação “Many Languages, One World“, que leva estudantes de ensino superior para uma semana de eventos em Nova York com todas as despesas pagas.

Agências de intercâmbio e escolas de idiomas também oferecem, ocasionalmente, bolsas de isenção de todas as taxas do curso e materiais didáticos – embora alojamento e passagens aéreas sejam por conta do estudante. A LAE Educação Internacional, por exemplo, lançou em 2016 uma bolsa para estudar inglês na Austrália através de um jogo online.

Existe inclusive uma plataforma especializada em promover competições por vagas, prêmios e bolsas de estudos. Baseada na Suécia, a Sqore tem concursos abrindo e fechando inscrições durante todo o ano. Em geral, as oportunidades solicitam que seja preenchido um teste específico – de conhecimentos gerais e informações sobre a instituição (com duração de 6 a 10 minutos) e envio de uma carta de motivação. Documentos e testes complementares podem ser requisitados, de acordo com a vaga oferecida.

Uma das competições promovidas pelo Sqore em 2016 foi uma bolsa para curso de verão na Universidade de Edimburgo, na Escócia. Naquela edição, o vencedor foi o brasileiro Giovani Pozzo, que escreveu ao Estudar Fora falando sobre a experiência e dando dicas para quem quer seguir o mesmo caminho. “O teste é curto e não é complexo, mas as questões são bastante específicas e requerem uma leitura minuciosa do website e materiais da universidade antes de serem respondidas – além disso, o teste é cronometrado e pode ser feito uma única vez”, relembra ele.

 

Quais os maiores medos de quem vai fazer intercâmbio?

 

 

Muita coisa se passa pela cabeça de um estudante ao pensar na possibilidade de um intercâmbio. Além de ter muita coisa para ser planejada, ainda há os vários desafios que surgem quando o sonho se concretiza e você pisa em solo estrangeiro. A ONG internacional AFS Intercultural Programs fez uma pesquisa ampla, ouvindo mais de cinco mil adolescentes, entre 13 e 18 anos, em quase 30 países.

Batizada de “Mapeando a Geração Z: Atitudes para Programas de Educação Internacional”, ele questionou os entrevistados atitudes e percepções. Uma das perguntas foi sobre as preocupações dos jovens em relação ao intercâmbio. O que mais assusta quem quer mudar de país é bem característico da nossa época: a segurança — esse medo atinge 52% dos entrevistados, número que aumentou após os atentados terroristas na França e na Alemanha em 2016.

As outras preocupações são mais pessoas, além de bem compreensivas: conseguir fazer novos amigos, apontada por 50% dos entrevistados; ter saudades de casa (48%), equilibrar estudo e vida (47%) e se adaptar à cultura (46%).

Mas o que impede a maior parte dos brasileiros de ir estudar no exterior não são essas apreensões. O fator econômico é a dificuldade principal dos alunos do país que sonham em ter uma experiência em uma instituição internacional.33% dos entrevistados disseram não ter condições de fazer um intercâmbio sem bolsa. 54% disseram que a única maneira de estudarem fora do país é recebendo uma bolsa integral — em países com economias avançadas, só 15% dos estudantes relatam necessidades semelhantes.

Quanto ao destino dos intercambistas, países de língua inglesa seguem como os mais procurados, com 77% da taxa de interesse. Já o Brasil tem uma taxa de apenas 38%, percentual considerado baixo.

Vale a pena fazer um intercâmbio de inglês?

 

Entre tantas oportunidades diferentes para quem quer ter uma experiência de estudos no exterior, fica a dúvida: intercâmbio de inglês vale a pena? A resposta mais direta é bastante simples: depende. Não existe época ideal, nem fórmula mágica para dizer se a experiência é válida. É uma questão de alinhar três fatores principais: as expectativas, os objetivos possíveis e os meios disponíveis.

O primeiro ponto tem tudo a ver com o que se projeta, mentalmente, sobre como será um intercâmbio. Quem não tem uma imagem pronta na cabeça ao cogitar um período fora do Brasil? Há expectativas sobre o destino, sobre as características da escola e, claro, sobre o que essa vivência vai significar em termos pessoais, profissionais e acadêmicos.

 

Um estudante que saia do zero e que tenha pouco tempo disponível, por exemplo, não vai alcançar o nível avançado em um só passo. “Se a pessoa tiver um período menor para ficar fora, não existe milagre, mesmo com a imersão total e contato com o idioma 24 horas por dia”, esclarece Luiza Vianna, gerente de produto da CI Intercâmbio.

Por outro lado, quem já possui um nível intermediário ou avançado e deseja apenas adquirir segurança no idioma poderia mirar em programas ou cursos combinados, oferecidos por diversas instituições de ensino superior. Mirando uma mudança de carreira, por exemplo, um estudante pode aliar o curso de inglês em uma universidade estrangeira a matérias de um MBA. O crucial, portanto, é entender como tais objetivos se alinham a metas na vida profissional. Talvez a promoção no trabalho não chegue de imediato, mas o inglês em dia pode ajudar no desempenho das funções.

Tendo isso em mente, é mais fácil enxergar os benefícios da experiência. Um aumento considerável do vocabulário pode entrar no rol de expectativas de um estudante que parta de um conhecimento básico. “Se o aluno não souber nada de inglês e fizer um intensivo, que é muito recomendado para quem quer começar a aprender, vai ter um ganho grande que sentirá rapidamente”, diz a psicóloga Andrea Tissenbaum, do Blog da Tissen.

Com um planejamento adequado de como será a experiência no exterior, o aluno já consegue traçar objetivos possíveis. Se um sujeito possui apenas um mês de férias, por exemplo, mas opta por um curso intensivo e que mire suas principais dificuldades, pode esperar um grande avanço. “Há turmas adequadas para todos os níveis e perfis. O importante é estar inserido em uma que tenha a proficiência adequada”, destaca Andrea Arakaki, diretora-geral da Education First no Brasil.

Tempo e investimento

Considerando tais pontos, é hora de fazer a pergunta: o que consigo fazer com os meios que tenho? Na prática, isso significa colocar na ponta do lápis o orçamento disponível, uma ideia de como seria possível juntar o dinheiro necessário, uma noção do tempo livre para passar no intercâmbio. E, nesse cálculo, deve pesar o fator da flexibilidade. “Muitos já chegam muito atraídos por um destino específico. O que ajuda é abrir o leque para identificar mais opções adequadas ao perfil do aluno”, pontua Andrea, especialista da EF.

Sendo flexível, é possível também baratear custos sem deixar de aproveitar o intercâmbio. “Em um mesmo país, se o estudante escolhe uma cidade menor ou maior, já impacta muito. É a diferença entre escolher Bristol em vez de Londres, ambas no Reino Unido”, exemplifica Luiza, da CI Intercâmbio.

 

Nesse planejamento, vale separar uma lista de aspectos dos quais o estudante não abre mão e uma categoria daqueles que não são tão essenciais assim. No caso de um aluno que não suporte frio, destinos como o Canadá no inverno não são uma boa pedida. Se o fator climático não contar tanto, talvez uma cidadezinha inglesa com o céu sempre cinza faça sentido.

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    Updated Oct 2024

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